terça-feira, 2 de setembro de 2008

São Vicente Aboliu Escravidão Antes da Lei Áurea



Há exatos 118 anos, a Câmara da Vila de São Vicente acabava com a escravidão no Município, um ano, seis meses e 13 dias antes de ser assinada a Lei Áurea pela Princesa Isabel. Um Livro-Ata que hoje se encontra no arquivo da Casa, mostra que a decisão foi tomada em comemoração à morte do Conselheiro José Bonifácio. No mesmo livro, no dia 14 de maio de 1887, a Câmara aprovou a denominação de 31 de Outubro para uma rua paralela à Rua Padre José Anchieta. Trata-se da Rua Tibiriçá, no Centro da Cidade. Quem descobriu a existência da lei foi o assistente administrativo do Arquivo da Câmara, Narciso Vital de Carvalho. Em 13 de julho de 1993, o então prefeito Luiz Carlos Luca Pedro sancionou a lei que oficializou o dia 31 de outubro de 1886 como o Dia da Libertação dos Escravos em São Vicente.
Foto: Cristina Raucci (Praia da Biquinha)

São Vicente

CIDADE MONUMENTO DA HISTÓRIA PÁTRIA
PRIMEIRO PORTO DA AMÉRICA DO SUL
CÉLULA MATER DA NACIONALIDADE
PRIMEIRA VILA LEGALMENTE IMPLANTADA NAS AMÉRICAS
BERÇO DA DEMOCRACIA NAS AMÉRICAS
BERÇO DA CULTURA BRASILEIRA
BERÇO DA JUSTIÇA BRASILEIRA
Foto: Cristina Raucci

Aqui nasceu São Vicente



Em 21 de Janeiro de 1532, Marim Affonso de Sousa desembarca em São Vicente e com ajuda de João Ramalho funda a primeira vila brasileira, derivada do antigo porto existente, a vila de São Vicente. Com a ajuda também de João Ramalho, Martim Affonso de Sousa funda também a vila do Piratininga no alto da serra (atual serra do mar).
Foto: Cristina Raucci


Não tenho medo de morrer!

Tenho medo de não viver!

Eis o pecado que não quero:

Na indecisão do ser

E do que espero

Deixar escorrer

Entre meus dedos

O agora dessa vida

Que vai cedo...

Viver e estar vivo

São diferentes

Sem serem conflitantes:

"Estar vivo", é significativo;

"Viver, é significante!

domingo, 31 de agosto de 2008

Um Poema para Santos!



Assim nos meus braços,
beijando-me ardentemente,
apertando-me em cálidos abraços
te entregas doce, mansa, atordoada,
murmurando cansada
e te entregas sôfrega novamente.

E, logo depois, sorrindo, eloquente:
- Te amo, te quero mais que ninguém!
E agora, com voz suave, fremente:

- Que sejas minha eternamente também!
E eu, beijando teus olhos, fascinada
digo: - Para todo o sempre amém!

Foto: Pôr do Sol na praia do Gonzaga (Santos)

Bom Dia!


Museu de Pesca de Santos


O Museu do Instituto de Pesca tem finalidades científico-culturais e objetiva a difusão de conhecimentos originados do estudo do ambiente aquático e da tecnologia aplicada para a exploração racional dos recursos marinhos e de águas continentais. É sua função ainda desenvolver atividades educativas não formais, com o intuito de criar ou descobrir e estimular mentalidades dirigidas à correta utilização dos recursos naturais, incluindo os recursos pesqueiros.

O Museu tem também um outro importante papel ao se relacionar com a Cidade de Santos desde os primórdios de seu surto desenvolvimentista, uma vez que sua sede atual, construída no local de uma fortificação datada do século XVIII (Forte Augusto), abrigou inicialmente a Escola de Aprendizes-Marinheiros, depois uma Escola de Pesca e um dos primeiros Institutos de Pesquisa na Baixada Santista. E é muito relevante manter vivas essas referências ao passado, aclarando sempre para a comunidade a importância do Museu como patrimônio histórico e cultural desde sua origem.

O grande edifício que sedia o Museu tem estilo eclético, característico da época em que foi construído (1908), no qual as grandes obras refletiam a influência de diferentes estilos arquiteturais clássicos. Apesar de sua importância histórica, apenas em setembro de 1986 iniciou-se um processo para tombamento do imóvel junto ao CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado). Esse processo foi concluído somente em 1998, quase treze anos depois, com o tombamento oficial do imóvel, através da Resolução SC-40, de 2 de abril de 1998, publicada no Diário Oficial de 7 de abril de 1998. Consideraram-se partes integrantes do tombamento todo o paisagismo que emoldura o edifício, bem como o muro de fechamento frontal em toda a testada da área, ficando excluídas as demais construções do Instituto de Pesca, situadas no mesmo terreno.
Foto (2): Cristina Raucci